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Notícias / Liderança

Capital humano no centro do negócio

E assim devem permanecer ao longo do próximo ano.

Redação - 29/03/2017 - 09:09:23

Crédito: Banco de Imagens

Turbulências, incertezas e adversidades. Palavras como estas tem feito parte do cotidiano dos executivos brasileiros nos últimos anos, período de significativa instabilidade econômica. Ainda que 2017 apresente potencial para o início de uma retomada, as projeções são conservadoras. E assim devem permanecer ao longo do próximo ano.

Apesar deste cenário, o período atual representa também uma ótima oportunidade para reestruturar valores, visões e metas organizacionais, realocando recursos e elegendo novas prioridades. Neste processo, o papel do Recursos Humanos é fundamental.

Com a crise, os profissionais de RH estão sendo pressionados a abrir mão de conceitos consagrados, tradicionais, em prol de projetos mais dinâmicos, sintonizados com o propósito das organizações e capazes de gerar resultados em curto prazo. Para tanto, o RH deve ter a coragem de assumir posturas pouco ortodoxas, por vezes impopulares, a fim de efetivamente ser estratégico e fazer a diferença no negócio. O corolário dessa linha de raciocínio não poderia ser outro: daqui por diante, só será possível agir com pragmatismo e foco em resultados se o capital humano estiver posicionado no centro das estratégias organizacionais.

De acordo com o IBGE, o índice de desemprego no Brasil atingiu, em setembro último, a casa dos 11,8%, o maior desde maio de 2004. Diante da recessão econômica atual, a escalada desse dado é compreensível, mas é possível apontar também que as empresas que souberam conduzir os desligamentos com inteligência, retendo os seus high potential e seus líderes mais talentosos (tão escassos alguns meses atrás, não é mesmo?) estarão alguns passos à frente a partir da retomada de 2017. Ou seja: não basta cortar pessoas apenas porque o CFO alega que disso depende a sustentabilidade da companhia.

É preciso fazer com critério, inteligência, pois é essencialmente da capacidade intelectual dos melhores profissionais que o sucesso da empresa dependerá nos próximos anos.

O RH estratégico, voltado para os profissionais de alta capacidade, é também aquele que estimula a construção de um ambiente de trabalho saudável, com bons relacionamentos, trocas de experiências e transparência.

Em tempos turbulentos, é comum que líderes se tranquem em salas de reuniões. Mas esta postura deve ser monitorada pelo RH, pois cria certa distância entre os membros da equipe, o que estimula especulações internas sobre a situação da companhia, o que pode resultar em insegurança por parte do colaborador, afetando a sua produtividade. Nessa esteira, nunca a comunicação interna bem conduzida e a transparência foram tão requisitadas.

O RH deve ser o primeiro “patrocinador” desses ideais. Só assim será possível conduzir as empresas atuais para o próximo estágio, aquele em que as pessoas não precisarão se esforçar para fazer cumprir as estratégias organizacionais. Elas serão a estratégia.

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