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Notícias / Liderança

Cultura organizacional deve ditar gestão de desempenho

Tendência é de revisão das práticas metodológicas para acomodá-las individualmente em cada ambiente

Redação - 18/04/2016 - 09:15:23

Crédito: Banco de Imagens

A consultoria norte-americana Deloitte realizou, no ano passado, uma série de pesquisas com executivos de empresas de diversos tamanhos, ramos e países ( com amostra de mais de três mil pessoas), sobre os resultados da gestão de performance dentro dessas companhias.  A conclusão revelou que 66% desses gestores pensam que a prática gera valor ao negócio, e 56% creem que ela conduz ao engajamento e à alta performance. Entretanto, 50% disseram que as avaliações realizadas foram uma perda de tempo.

Não à toa, o mesmo levantamento mostra que mais da metade das empresas na Fortune 500 pretendem mudar substancialmente seu método de gestão nos próximos três anos e parte delas rever seus sistemas de gestão de resultados. O movimento já teve início em diversas companhias líderes de mercado. A GE e a Microsoft vêm mudando suas visões e aboliram, por exemplo, as revisões anuais de desempenho, por sentirem que enrijeciam os setores ao sobrecarregar o escopo de atividades de seus gestores.

Esse cenário é consequência da falta de estrutura dos processos atuais, que tendem a ser vistos mais como um empecilho do que como uma solução. Mas por que as metodologias não estão entregando o resultado esperado e como elas podem ser uma ferramenta de elevação de desempenho?

Grande parte dessas respostas está ligada à cultura organizacional. Isso porque há uma enorme gama de metodologias para a gestão de desempenho  (MBOs, SMART, KPIs e OKRs e outras tantas híbridas), e cada uma se adapta melhor a determinado ambiente corporativo. Assim, métodos mais flexíveis podem ser frustrantes em companhias que prezam por regras mais rígidas.

Mas o que se via até então é a venda de metodologias-sistemas, capazes de promover uma verdadeira lavagem cerebral entre os colaboradores das empresas para incorporação do modelo. “Entender qual o DNA cultural, que se reflete no modelo de gestão esperado e adaptar a ferramenta a esse modelo, é a melhor solução para engajamento das pessoas”, diz Antonio Zubieta, CEO da 2trues, startup em gestão de performance.

Segundo o executivo, na 2Trues, o trabalho é feito mediante o cruzamento da cultura-sistema, uma administração de mudanças e adaptação da ferramenta à melhor forma de realizar a gestão. “Invertemos o processo a partir do entendimento das necessidades e propondo melhorias dentro da metodologia”, afirma Zubieta.

Deste modo, pode-se partir de uma base conceitual sólida, mas passível de adaptações, com equilíbrio entre o geral e o particular, o que é uma boa pedida para a gestão do desempenho de uma equipe, seja qual for o seu tamanho.

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