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Notícias / Negócios

Ecomercado, o negócio do século 21

Consumidores não admitem empresas que não incorporem em seus valores práticas sustentáveis

Redação - 9/03/2016 - 14:30:53

Crédito: Banco de Imagens  /  Fonte: Thiago Aguiar*

A cada dia a preocupação com a preservação do meio ambiente e dos recursos naturais é uma realidade que tem exigido das empresas um comportamento sustentável e ético.

Nesse cenário os negócios sustentáveis fazem parte de um novo modelo empresarial, pois produtos e serviços ambientais baseiam suas estratégias na superioridade ambiental para além da mera tecnologia, abrangendo todo o ciclo de vida do produto – da matéria prima à eliminação. Esse ecomercado incorpora de forma integrada os aspectos sociais, econômicos e ambientais com atividades que fomentam a implantação e efetivação do desenvolvimento sustentável.

Os consumidores não admitem empresas que não incorporem, em seus valores e missão, práticas sustentáveis que contribuam com a manutenção do bem‑estar do planeta e da sociedade.

Para isso, os novos negócios devem ser criados respeitando essa demanda social e alinhando os objetivos de negócios que possam contribuir para a evolução e bem‑estar das pessoas e do planeta.

Negócios que estiverem nesse alinhamento, com certeza, terão mais chances de sucesso, e seu valor será muito maior do que o de seus concorrentes, chamando a atenção de fundos de investimentos, private equity, investidores e afins.

A Organização das Nações Unidas (ONU) lançou um pacto mundial chamando as empresas privadas e líderes empresariais a participar. A iniciativa tem como objetivo aproximar as empresas internacionais da ONU e que busca apoiar a adoção de princípios sociais e ambientais no mundo empresarial.

 

Dentre os princípios estabelecidos os negócios devem apoiar e respeitar a proteção dos direitos humanos internacionais, fortalecer a liberdade de associação e de negociação, eliminação do trabalho escravo, abolição do trabalho infantil, aproximação das atividades empresarias aos desafios ambientes, maior responsabilidade ambiental, encorajamento ao desenvolvimento e uso de tecnologias ecologicamente corretas. Os negócios devem trabalhar ainda contra todas as formas de corrupção.

Assim, o desafio hoje é mais complexo, tratando-se de pensar a sustentabilidade de forma ampla e sistêmica. Embora haja práticas reconhecidas e indicadores úteis, não há fórmulas ou atalhos. Também não existem empresas sustentáveis, mas, tão somente, organizações que buscam, no dia a dia, o caminho do negócio sustentável, considerando todos os possíveis impactos de suas atividades sobre os múltiplos públicos.

Tanto para as organizações como para seus públicos, tem-se mostrado insuficiente apenas a ênfase tradicional em eficiência, qualidade e melhoria de indicadores econômicos. Retornos de curto prazo estão cada vez mais ameaçados por questões de governança e por desdobramentos sociais e ambientais que até bem pouco tempo não eram reconhecidos como relevantes e não eram considerados na agenda das organizações.

Um dos pontos mais importantes para as empresas nos dias de hoje é a sustentabilidade. Esse tema passou a acompanhar o rendimento das organizações, representando um destaque na hora de ter a melhor posição em sua área de atuação no mercado. Essa questão também passou a ser decisiva na hora de escolher lugares para trabalhar, já que muitas pessoas levam em consideração se a empresa tem políticas favoráveis ao meio ambiente.

*Thiago Aguiar é autor do livro Dê um Startup na sua vida. 

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