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Notícias / Tecnologia

Conectividade já é usual

Infraestrutura das redes deve receber cada vez mais investimentos para suportar dispositivos

Redação - 18/03/2016 - 15:01:16

Crédito: Banco de Imagens

O desafio da conectividade é enfrentado tanto por empresas quanto por consumidores. É comum ouvir CIOs apontando a falta de cobertura e alcance de sinais como entraves para a evolução de projetos de mobilidade. Além de todos equipamentos corporativos, os gestores de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) ganharam mais uma preocupação nos últimos anos com a entrada de dispositivos pessoais trazidos pelos funcionários para as organizações. Talvez, a tendência BYOD seja apenas um ensaio para o que está por vir pela frente, como mostram estudos de conectividade da D-Link, empresa especializada em conectividade, monitoramento, e soluções em nuvem:

1. Internet das Coisas (IoT)

Este parece ser o ano em que a Internet das Coisas (IoT) realmente irá tomar forma. Basta olhar para as novidades como automóveis, eletrodomésticos e vestíveis conectados e capazes de serem gerenciados por meio de outros dispositivos, como smartphones. Essas “coisas” conectadas irão revolucionar a forma como gerenciamos nossa saúde, nossas casas e tarefas diárias. 

2. Casa conectada

A casa conectada, onde o morador consegue controlar desde a segurança à iluminação e temperatura já é realidade. São câmeras de monitoramento, kits para controle de iluminação, soluções para gerenciamento de energia, sensores para detecção de fumaça e inundação, sensores de janela/porta e sensores de movimento, dentre outros.

3. Conectividade sem fio 11AC

Para suportar tantas “coisas” conectadas, empresas e consumidores terão que investir em suas infraestruturas de redes sem fio garantir a performance desses equipamentos. Denominado pela D-Link como o Wi-Fi mais rápido do mundo, o padrão 11AC representa a quinta geração da tecnologia wireless para a transferência de dados das redes sem fios. Ele é capaz de oferecer velocidades de até 6.9 Gbps (oito vezes o padrão atual), mas ainda está presente em apenas 10% do mercado. Com alcance de sinal e velocidade de transmissão maiores, o 11AC consegue operar em das bandas de frequência para minimizar interferências. O padrão também utiliza uma tecnologia chamada de Beamforming, que permite uma melhor performance de conexão entre equipamentos de fabricantes diferentes.  

4. Conectividade por meio da rede elétrica

Em muitos lugares o sinal do Wi-Fi chega muito fraco por restrições físicas. Para melhorar a conectividade geralmente são usados os repetidores wireless, que até agora se restringiam apenas ao padrão Wi-Fi. O PLC (Power Line Communication) chega ao mercado para transformar a rede elétrica da residência ou empresa em uma rede de dados IP. São dispositivos pequenos, semelhantes a adaptadores de tomada e possibilitam a criação de uma rede sem fio em cada cômodo do ambiente, sem usar cabos.

5. Monitoramento à distância IP

Tecnologias IP vão substituir tecnologias de monitoramento ou vigilância a cabo coaxial (ou CFTV), graças à facilidade de uso e menores custos. Essas soluções permitem monitorar desde pessoas, animais de estimação, bem como vigiar uma casa ou escritório à distância por meio de aplicativos em tablet ou smartphone.

6. Mobilidade

Se a TI de sua empresa já tem como desafio gerenciar os diversos dispositivos conectados à rede corporativa, ele será cada vez maior. O aumento de número de dispositivos por usuário vai levar muitas organizações a investirem em soluções wireless unificadas e centralizadas, a fim de atender a demanda cada vez maior de performance e estabilidade nas redes sem fios. A tendência caminha para a utilização de switches e controladoras capazes de centralizar a gestão da rede para diferentes usos garantindo uma rede sem fio estável.

7. Bring Your Own Device (BYOD)

Funcionários conectarão cada vez mais smartphones, tablets e notebooks pessoais às redes corporativas. Aqui, mais do que uma questão de conectividade, a grande barreira incide sobre a segurança digital e confidencialidade dos dados, já que esses dispositivos podem tornar-se vetores de entrada para as redes. O desafio vai além da TI, e exige envolvimento inclusive do RH para a definição de políticas de uso.  

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